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manobras geram risco de shutdown no Brasil



O governo federal recorre a manobras contábeis para evitar um colapso financeiro e a paralisação da máquina pública. Especialistas alertam que a estratégia apenas adia a crise, enquanto a dívida pública caminha para atingir 100% do PIB, elevando o risco de um “shutdown” no futuro.

Qual é o principal problema das contas públicas?

As despesas obrigatórias, como aposentadorias e salários, consomem mais de 90% do orçamento e crescem em um ritmo insustentável, impulsionadas pelo envelhecimento da população e pelo reajuste do salário mínimo acima da inflação. Para não paralisar o país, o governo tem usado artifícios para cumprir metas fiscais no papel, mas a dívida real continua se expandindo de forma perigosa.

O que são as manobras contábeis?

São truques para que os gastos não impactem o resultado oficial das contas. O governo alterou regras para adiar o pagamento de dívidas judiciais (precatórios) e excluiu grandes investimentos, como os do PAC, do cálculo da meta fiscal. Na prática, a despesa acontece, mas fica “escondida” da contabilidade principal, gerando uma falsa sensação de controle fiscal.

Qual o risco de um “shutdown” do governo?

“Shutdown” é a paralisação de serviços públicos. Acontece quando o dinheiro para despesas não obrigatórias – como combustível para viaturas, energia dos ministérios ou material de limpeza em hospitais – acaba. Sem esses recursos, a máquina pública para de funcionar, mesmo que os salários dos servidores continuem sendo pagos.

Por que a dívida pública continua crescendo?

Mesmo com as manobras, a dívida aumenta por duas razões. Primeiro, porque o governo ainda gasta mais do que arrecada. Segundo, por causa dos juros altíssimos que o Brasil paga para se financiar, reflexo da desconfiança do mercado. Esses juros funcionam como uma bola de neve, aumentando o tamanho total da dívida a cada ano.

Qual seria a solução para o problema?

Segundo economistas, a solução exige reformas que controlem o crescimento do gasto obrigatório. A principal medida seria desvincular benefícios, como pensões e o BPC, do reajuste do salário mínimo. O governo, no entanto, evita essas medidas impopulares e aposta no crescimento da economia para resolver a questão, o que é visto como um jogo muito arriscado.

Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.

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